Cerâmica · História · Cerrado

A argila guarda
a memória da terra.

André Egídio Pin. Doutor em História Ambiental, professor de pós-graduação e ceramista em Goiânia.

Nas suas aulas, uma xícara nunca é só uma xícara. Pois a cerâmica é a primeira tecnologia que permitiu ao ser humano cozinhar, fazer chás e melhorar a sua condição de alimentação e saúde. Você aprende o gesto e o porquê do gesto.

50+

Alunas formadas

5

Anos de cerâmica

PhD

História Ambiental

“Você precisa encontrar novamente essa argila para modelar os seus tijolos.”

Frase que mudou o caminho do Pin, dita por um psicólogo em 2021.

Um historiador que voltou para a argila.

Cresceu em São João, no Paraná. Brincou na infância com a argila preta e úmida que brotava em vários cantos da cidade. Aos 14, trabalhou numa fábrica de tijolos. Não sabia, mas já era ceramista.

Foi para a universidade, fez mestrado na UFG sobre o povo Javaé, doutorado na UFSC sobre a devastação da floresta de araucárias do Paraná. Virou professor. Em 2021, em meio a uma crise profunda, um psicólogo ouviu sua história e disse a frase que mudou tudo.

Comprou um torno importado da China. Esperou um mês para chegar. Em trinta dias se desenvolveu o suficiente para nunca mais parar. Hoje dá aulas de cerâmica em Goiânia, é professor de pós-graduação na UniEVANGÉLICA e pesquisa a história da cerâmica no Cerrado.

Doutor em História Ambiental

UFSC · orientadora Eunice Nodari

Autor publicado

"Entre sangue e resina" · Appris, 2024

Professor de pós-graduação

PPG STMA · UniEVANGÉLICA

Ceramista desde 2021

quando a argila mudou tudo

André Egídio Pin, historiador e ceramista em Goiânia

André Egídio Pin

Ceramista · Historiador · Professor

O que você vai aprender

Cada técnica tem milênios de história por trás. O Pin ensina o gesto e o porquê.

Mãos moldando argila com técnica do beliscão

Beliscão

A técnica mais antiga da humanidade. Só as mãos, sem ferramentas. É onde a relação com a argila começa de verdade.

Mãos estendendo placa de argila com rolo de madeira

Técnica de Placas

Abre superfícies, cria formas. Perfeita para pratos, bandejas, peças com estrutura.

Vaso de cerâmica em construção pela técnica do acordelado

Acordelado

Rolos de argila construídos camada por camada. A técnica das civilizações pré-colombianas.

Xícara de cerâmica esmaltada

Esmaltação

Cor, brilho e proteção. O esmalte funde a 1.240°C e transforma a peça.

1 dia

Para ter peças prontas, do primeiro gesto à esmaltação

4 técnicas

Beliscão, placas, acordelado e esmaltação

1 olhar

Cerâmica com história. Cada peça tem séculos de humanidade por trás

3 de outubro

Desafio Mãos na Argila

Um sábado inteiro ao vivo com o Pin, das 9h às 12h e das 14h às 16h, da primeira bolinha de barro até a sua primeira peça pronta.

Sáb 03/10 · 9h às 12h

TOCAR E SENTIR

Sáb 03/10 · 14h às 16h

CRIAR E DECIDIR

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7 dias de garantia · Acesso imediato após pagamento

O que dizem as alunas

“A cerâmica é um lugar de presença. Quando estou no torno, me sinto inteira, mente, corpo e emoção alinhados no mesmo gesto.”

Renata

Aluna presencial

“Eu saí da terapia, mas não paro minha aula de cerâmica.”

Aluna do Pin

4 meses de prática

“Fico contando os dias para a aula de cerâmica. Essa aula é a minha terapia.”

Isabella

Aluna presencial

“Me ajudou a ter mais paciência com o processo e entender melhor o tempo das coisas.”

Esther

Aluna presencial

“Existe um acolhimento, uma leveza e uma generosidade na forma como você conduz, que faz com que a gente se sinta segura para experimentar, errar e aprender.”

Renata

Aluna presencial

“Horas sem o celular, e esses momentos andam sendo raros na vida.”

Maria E.

Aluna presencial

O que muda quando você aprende com o Pin

Num curso comum você aprende a fazer uma peça. Com o Pin, você entende o que está fazendo e por que isso importa.

Ateliê de cerâmica do Pin em Goiânia

Num curso comum

Você aprende que a combuca é uma tigela de argila.

Com o Pin

Você descobre que a combuca foi a primeira tecnologia que permitiu ao ser humano esquentar alimentos. E isso muda o que você sente ao modelá-la.

Num curso comum

O professor corrige a técnica quando você erra.

Com o Pin

“É melhor fazer o mesmo movimento mais vezes, mas com menos força.” Você aprende a escutar o que a argila pede, não só a obedecer uma regra.

Num curso comum

A moringa goiana é só mais uma forma a replicar.

Com o Pin

A moringa goiana tem uma história de mulheres negras escravizadas que as modelavam em Goiás Velho. Isso entra na aula sem virar palestra.

Num curso comum

Você termina a aula com uma peça.

Com o Pin

Você termina a aula querendo entender o que vai fazer a próxima vez. A cerâmica vira hábito porque faz sentido, não só porque foi bonito.

Um sábado. Suas mãos na argila.

Ao vivo, com o Pin. Sem precisar ter feito nada parecido antes.

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